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Mostrando postagens com marcador Gil Vicente. Mostrar todas as postagens
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Gil Vicente - Farsa do Juiz da Beira

Livro: Farsa do Juiz da Beira
Autor: Gil Vicente
Descrição: Obra teatral. Esta farsa que se adiante segue é o seu argumento desta maneira: diz o autor que este Pero Marques como foi casado com Inês Pereira se foram morar onde ele tinha sua fazenda, que era lá na Beira onde o fizeram juiz. E porque dava algũas sentenças disformes por ser homem simpres, foi chamado à corte e mandaram-lhe que fizesse ũa audiência diante del rei. Foi representado ao muito nobre e cristianíssimo rei dom João, o terceiro em Portugal deste nome, em Almeirim, na era do Senhor de 1525.

Gil Vicente - Pranto de Maria Parda

Livro: Pranto de Maria Parda
Autor: Gil Vicente
Descrição: A obra Pranto de Maria Parda, conta a história de ano de seca e de fraca produção agrícola, morre à sede de vinho por não ter quem lho venda fiado".

Gil Vicente - Cortes de Júpiter

Livro: Cortes de Júpiter
Autor: Gil Vicente
Descrição: Esta comédia, que conjuga canções e dança com diálogos, desenvolve o tema da viagem de D. Beatriz. Após o discurso da Providência, Júpiter, rei dos elementos, convoca as cortes e concerta planetas e signos para favorecerem a viagem. Já reunidos, os deuses decidem proteger a frota que conduzirá D. Beatriz ao seu novo país. Os habitantes de Lisboa e os membros da corte transformam-se em peixes que escoltam os navios até ao alto mar. Marte exalta a Fé de Portugal enquando da entrada da frota no Mediterrâneo, parcialmente dominado pelos mouros.

Gil Vicente - Auto da barco do inferno

Livro: Auto da barco do inferno
Autor: Gil Vicente
Descrição: O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (a segunda e a terceira são, respectivamente, o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória). Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade. Diz-se "Barca do Inferno" porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena - a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo - seguem na primeira. De fato, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas. 

Gil Vicente - Auto da Mofina Mendes

Livro: Auto da Mofina Mendes
Autor: Gil Vicente
Descrição: "Auto da Mofina Mendes"  inicia-se com o sermão do Frade, no qual é apresentado o tema do auto e as personagens. Seguida da Anunciação da Virgem cercada pelas damas de honra (Pobreza, Humildade, Fé e Prudência), recebe a visita do Anjo Gabriel que anuncia a sua gravidez. Entre a Anunciação e o nascimento de Jesus, surge a história pastoril de Mofina Mendes. Mofina, cujo nome significa "infelicidade", perde os animais que devia ter guardado. Mesmo assim, o pastor paga-lhe com um pote de azeite que Mofina Mendes acaba por deixar cair e partir. O pote quebrado funciona como um símbolo. Afinal, todos temos o nosso pote de azeite "que há-de dar consigo em terra". O auto termina com o nascimento e a adoração ao Menino Jesus no Presépio.

Gil Vicente - Auto da alma

Livro: Auto da alma
Autor: Gil Vicente
Descrição: "Auto da Alma" é um dos autos religiosos de Gil Vicente. A figura da Alma aparece sendo tentada pelo Diabo, por um lado, que lhe mostra os prazeres da vida, como dinheiro, joias, riqueza, poder, entre outros. Por outro lado, pelo Anjo, que tenta lhe mostrar a salvação, pois era uma Alma pecadora. Mesmo cedendo ao Diabo, o Anjo persiste e consegue levá-la à Igreja, onde é recebida por vários Santos, os quais exaltam a importância da igreja.

Gil Vicente - A farsa de Inês

Livro: A farsa de Inês
Autor: Gil Vicente
Descrição: "A Farsa de Inês Pereira", escrita por Gil Vicente, é considerada a mais complexa peça do autor. Dividida em quatro partes principais (ou oito cenas), foi apresentada pela primeira vez para o rei D. João III, em 1523. Toda a peça gira em torno de Inês Pereira, que está o tempo todo em cena. Complexa e humanista. O aspecto humorístico da obra se dá pelo fato de que protagonista trai o marido e não recebe por isso nenhuma punição ou censura.

Gil Vicente - Auto da Feira

Livro: Auto da Feira
Autor: Gil Vicente
Descrição: Em "Auto da Feira", de Gil Vicente, podemos observar a divisão de classes no século XVI - nobreza, clero e povo - e como estas últimas lidam com a questão do bom caráter e da virtude em contraposição à busca desesperada por riqueza e poder, que na maioria das vezes leva as pessoas a utilizarem meios nada lícitos a fim de alcançarem seus objetivos. É possível perceber que cada personagem é o retrato das múltiplas facetas das relações sociais da hierarquia existentes não só na época de Gil Vicente, como também nos dias de hoje. O autor denuncia o caráter (ou a falta dele) de tais camadas sociais, sendo a temática principal, sem dúvida, a "luta do bem contra o mal".

Gil Vicente - O Velho da Horta

Livro: O Velho da Horta
Autor: Gil Vicente
Descrição: "O Velho da Horta" é um auto escrito por Gil Vicente  em 1512 no qual mostra a frustrada paixão de um velho por uma moça zombeteira. O homem tem uma horta e todos os dias uma jovem mulher vem comprar suas verduras. A cena inicial é marcada pela tentativa de conquista e o diálogo se dá entre o lirismo apaixonado do velho e os ditos zombeteiros da moça. O autor revela seu perfeito domínio do diálogo e grande poder de lidar com personagens e ações que se aproximam da comicidade.

Gil Vicente - Auto da Índia

Livro: Auto da Índia
Autor: Gil Vicente
Descrição: "Auto da Índia" é o primeiro texto de Gil Vicente a contar uma intriga, uma história de adultério com começo, meio e fim; a ser escrito quase totalmente em português e a pôr em cena personagens femininas. Traz os temas da degradação moral da família, motivações egoístas e interesseiras da expansão ultramarina, materialismo da sociedade e culto das aparências. Cada uma das personagens representa uma camada da sociedade, com seu comportamento próprio e seus defeitos, que são habilmente ridicularizados.