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Mostrando postagens com marcador Graciliano Ramos. Mostrar todas as postagens
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Graciliano Ramos - Um cinturão

Livro: Um cinturão
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: O conto "Um cinturão" de "Graciliano Ramos", contando uma confissão sobre um jugamento.

Graciliano Ramos - Memórias de cárcere

Livro: Memórias de cárcere
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: No livro, Graciliano descreve a companhia dos mais variados tipos encontrados entre os presos políticos: descreve, entre outros acontecimentos, a entrega de Olga Benário para a Gestapo, insinua as sessões de tortura aplicadas a Rodolfo Ghioldi e relata um encontro com Epifrânio Guilhermino, único sujeito a assassinar um legalista no levante comunista do Rio Grande do Norte. Durante a prisão, diversas vezes Graciliano destrói ou afirma destruir as anotações que poderiam lhe ajudar a compor uma obra mais ampla. Também dá importância ao sentimento de náusea causado pela imundície das cadeias, chegando a ficar sem alimentação por vários dias, em virtude do asco. Da cadeia, Graciliano faz comentários sobre a feitura e a publicação de Angústia, uma de suas melhores obras.

Graciliano Ramos - A Terra dos Meninos Pelados

Livro: A Terra dos Meninos Pelados
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: A terra dos meninos pelados é um livro de contos infanto-juvenil de Graciliano Ramos publicado em 1939Conta a história um menino chamado Raimundo, que era careca e tinha um olho azul e outro preto. Por ser considerado estranho, seus vizinhos não falam com ele e o apelidam de Raimundo Pelado. Por não ter amigos começa a falar sozinho, e criar um país chamado Tatipurun, onde as pessoas têm um olho preto e outro azul, e onde não existem cabelos.

Graciliano Ramos - Infância

Livro: Infância
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: Em Infância as fronteiras entre o tecido ficcional e referencial se misturam na tessitura narrativa, pois o sujeito empírico recria o passado e procura dar-lhe sentido. O passado do menino entre os seus familiares, principalmente no convívio como os pais e os irmãos, surge através do resgate da memória do escritor adulto. Ao descrever a insignificância do homem frente às circunstâncias da vida, o narrador apresenta-nos o primeiro contato da criança com as letras, descrevendo a experiência árdua que ela teve com as “malditas letras”; entretanto, o prazer de “decifrá-las só acontece na vida da criança quando o texto se torna “objeto proibido” que seduz e desperta curiosidade e interesse.

Graciliano Ramos - Angústia

Livro: Angústia
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: A narrativa de Angústia traz total estranhamento em seu primeiro contato: é um romance que requer bastante atenção e cautela do leitor, visto que há fluxo de consciência em boa parte da história, além das diversas temáticas existentes na trama, que passeiam desde o existencialismo aos constantes símbolos, e concomitantemente, abrindo espaço para uma narrativa primorosamente cinematográfica. O romance é narrado em tom confessional e memorialista, e por fins didáticos, alguns críticos atribuem-lhe um lugar na trilogia densa e fortemente existencialista, completada por Caetés(1933) e São Bernardo (1938). O três romances, narrados em primeira pessoa, apresentam personagens num intenso conflito, buscando respostas para seus atos, indagando o porquê dos acontecimentos que os afligem. Tais narrativas são semelhantes a diários íntimos. Em cada um deles, o narrador se desnuda e se desvenda, expondo as dolorosas confissões de culpas dramáticas.

Graciliano Ramos - São Bernardo

Livro: São Bernardo
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: Publicado em 1934, São Bernardo está entre o que de melhor o romance brasileiro produziu. Num primeiro instante pode até parecer uma história de vitória de seu narrador-protagonista, Paulo Honório, que foi de guia de cego na infância até se tornar latifundiário do interior de Alagoas. No entanto, a questão principal é muito mais aguda e amarga. Para alcançar sua ascensão social, o narrador paga um preço altíssimo, que é a destruição do seu caráter afetivo. Na verdade, a perda de sua humanidade pode ser entendida como fruto do meio em que vivia. Massacrado por seu mundo, acaba tornando-se um herói problemático, defeituoso (parece haver aqui um certo determinismo, na medida em que o homem seria apresentado como fruto e prisioneiro das condições mesológicas).

Graciliano Ramos - Vidas secas

Livro: Vidas secas
Autor: Graciliano Ramos
Descrição: Em "vidas secas", o autor se mostra mais humano, sentimental e compreensivo, acompanhando o pobre vaqueiro Fabiano e sua família com simpatia e uma compaixão indisfarçáveis. Além de ser o mais humano e comovente dos livros de ficção de Graciliano Ramos, Vidas Secas é o que contém maior sentimento da terra nordestina, daquela parte que é áspera, dura e cruel, sem deixar de ser amada pelos que a ela estão ligados teluricamente. O que impulsiona os seres desta novela, o que lhes marca a fisionomia e os caracteres, é o fenômeno da seca.